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quarta-feira, 26 de março de 2014

Atividades Campanha da Fraternidade 2014

Postaremos algumas sugestões de atividades sobre a Campanha da Fraternidade retirada em alguns blogs da internet. Espero que aproveitem nos encontros de catequese! 

Amiguinhos de Deus

cartaz da campanha da fraternidade 2014 desenho para colorir, cf, cf 2014



Desenho da Campanha da Fraternidade 2014 para colorir

Desenho da Campanha da Fraternidade 2014 para colorir








domingo, 23 de março de 2014

Campanha da Fraternidade 2014- Fraternidade e tráfico humano

Quaresma é um tempo forte de nossa liturgia hoje somos chamados a rever a nossa vida e nos convertemos .Neste caminhar quaresmal de conversão é mudança de vida a CNBB apresenta a Campanha da Fraternidade 2014 com o tema: Fraternidade e tráfico humano e o lema:É para a liberdade que Cristo nos libertou (GL 5,1).


homens, mulheres e crianças são vítimas desta triste realidade de escravidão. O tráfico humano é um crime que atenta contra a dignidade humana, já que representa uma ameaça a liberdade humana. Esta realidade limita a liberdade, despreza a honra, agride o amor próprio, ameaça e tira a vida de mulheres, crianças, adolescentes, trabalhadores, de cidadãos e cidadãs que fragilizados por sua condição socioeconômica ou mesmo por suas escolhas tornam-se vítimas de ações criminosas de traficantes. 

O objetivo geral: 

Identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-lo como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus.

Objetivos específicos: 

Identificar as causas e modalidades do tráfico humano e os rostos que sofrem com essa exploração;
Denunciar as estruturas e situações causadoras do tráfico humano;
Reivindicar, dos poderes públicos, políticos e meios para a reinserção das pessoas atingidas pelo tráfico humano na vida familiar e social;
Promover ações de prevenção e de resgate da cidadania das pessoas em situação de tráfico;
Suscitar, à luz da Palavra de deus, a conversão que conduza ao empenho transformador dessa realidade aviltante da pessoa humana;
Celebrar o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado com as vítimas desse mal.




O texto-base aponta as principais modalidades de tráfico humano: tráfico para o trabalho escravo, exploração sexual, tráfico para a extração de órgãos, tráfico de crianças e adolescentes. O Documento de Aparecida fala de um vergonhoso tráfico de pessoas. Papa Francisco, numa audiência aos responsáveis do conselho Pontifício  para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes da Santa Sé disse: "o tráfico de pessoas é uma atividade ignóbil, uma vergonha para as nossas sociedades que se dizem civilizadas: exploradores e clientes, a todos os níveis, deveriam fazer um sério exame de consciência diante de si e de Deus.
A Campanha da Fraternidade deste ano é a 51ª idealizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Como denunciar casos de tráfico de pessoas - Folhetos de distribuição da Campanha alertam para a forma de fazer as denúncias em caso de tráfico humano. Uma forma é o Disque 100 (número gratuito), para ligações dentro do território nacional, das 8h às 22h. A identidade de quem denuncia é mantida em segredo pelo Ministério da Justiça. Também é possível realizar denúncias pelo e-mail disquedenuncia@sedh.gov.br.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Mensagem do papa Francisco para a Quaresma

O convite aos cristãos para testemunharem sua fé por meio da convivência comunitária é feito pelo papa Francisco em sua mensagem para o Quaresma 2014, que terá início no dia 05 de março, Quarta-feira de Cinzas. O texto divulgado pelo Vaticano, nesta terça-feira, 4, apresenta algumas reflexões chamadas pelo de “caminho pessoal e comunitário de conversão”.

“O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança”, disse o papa Francisco. Confira a íntegra da mensagem:
Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9)
 
Queridos irmãos e irmãs!
 
Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?
 
A graça de Cristo
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).
 
A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Batista para O batizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).
 
Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8, 29).
 
Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.
 
O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.
 
À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiênicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diaconia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo.
 
O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
 
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína econômica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.
 
O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.
 
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.
 
Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
 
Vaticano, 26 de Dezembro de 2013
Festa de Santo Estêvão, diácono e protomártir.
 
Francisco

Atividades para a quaresma- Sugestões


    Algumas sugestões de atividades para a catequese para o tema- Quaresma:



















[1º Domingo da quaresma[2].jpg]


[2º Domingo da quaresma[3].jpg] 

[3º Domingo da quaresma[2].jpg]

[4º Domingo da quaresma[3].jpg]


[5º Domingo da quaresma[6].jpg]

[5º Domingo da Quaresma encarte especial[4].jpg]



quaresma desenho para colorir

quarta-feira de cinzas desenho para colorir


Neste link atividades postadas em 2013 neste blog.


terça-feira, 4 de março de 2014

Tempo da quaresma- Convertei-vos e credes no Evangelho


O que é a Quaresma? 

A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa da Páscoa. Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira santa. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos do glória e aleluia.

Como viver o tempo da Quaresma?

A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairós- tempo de manifestação de Deus. Neste tempo, somos levados a seguir Jesus em seus últimos momentos de vida para junto com Ele aprendermos o que é o amor e misericórdia. É um caminho de "subida", não só para Jerusalém, mas até o mais alto grau de amor que se concretiza na cruz. 
A Igreja católica propõe, por meio das leituras proclamadas na quarta-feira de cinzas, três grandes atitudes: oração, jejum e caridade. Essencialmente é um período de retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo vivo, ressuscitado no Domingo de Páscoa.

Por que a cor roxa?

Usa-se a cor roxa na quaresma pois é uma cor que simboliza a penitência e contrição. Nesta época do ano os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Na nossa cultura o roxo lembra tristeza e dor.

Quarta-feira de cinzas é tempo de jejum e abstinência!

A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa. 
Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades. O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. 

Lembretes para a equipe de liturgia e celebração
  • O espaço litúrgico despojado, sóbrio nos ajuda a esvaziar o coração para preenchê-lo com a Palavra que é luz para nossos passos e que nos converte;
  • Momento de silêncio, principalmente entre as leituras e a homilia são importantes;
  • Um sinal permanente no espaço litúrgico como um tecido roxo em forma de faixa na mesa da Palavra ajudara na experiencia quaresmal. O cartaz da campanha da fraternidade não deve ser colocado em frente ao altar ou ambão, mas em um outro local, de preferencia na entrada da igreja bem visível para a comunidade;
  • Deve ser destacada a cruz. Ela lembra que somos discípulos de Cristo, que superou o fracasso humano da cruz com um amor que vence a morte;
  • A comunidade deve fazer uma maior experiencia da misericórdia de Deus através do sacramento da Reconciliação , de celebrações  penitenciais e de retiros.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Atividades sobre a Quaresma

GifPostaremos algumas sugestões de atividades sobre a Quaresma- este tempo lindo que a nossa Igreja vive!
 
Retiramos estas sugestões de vários blogs na Internet...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sugestões de como as crianças da catequese podem viver bem a quaresma

Para as crianças fazerem em cada um dos 40 dias da quaresma, se esforçando assim para ser cada vez melhores. Não é nessessário fazer na ordem em que está.
 
 
 
 
 
 
 
 
1- Pedir perdão quando fizer alguma coisa errada
2- Participar da missa com alegria
3- Alegrar alguém que esteja triste
4- Portar-me bem na missa
5- Saudar a todos os meus colegas ( não só os meus amigos)
6- Ajudar a quem precisa de ajuda
7- Aceitar a todos como são
8- Pedir conselho aos mais velhos
9- Ser gentil
10- Arrumar bem o meu quarto
11- Ter paciência com todos
12- Lembrar de Jesus (falar com ele em oração)
13- Fazer os deveres com boa vontade
14- Ser obedientes ao papai, mamãe e mais velhos
15- Pedir "por favor"
16- Visitar as pessoas doentes de meu bairro
17- Obedecer sem reclamar
18- Rezar a ave-Maria
19- Ler a Bíblia
20- Desligar a TV e o computador e se dedicar em outras coisas
21- Deixar de comer chocolate e bala
22- Arrumar o quarto
23- Falar de Jesus para as pessoas
24- Chamar as pessoas para participar da missa
25- Não falar mentiras
26- Não chingar palavrões
27- Brincar com os amigos e irmãos sem brigar
28- Emprestar os brinquedos para os outros, principalmente para as crianças que não tem
29- Doar comida, roupas e brinquedos que não usa mais para as pessoas que não tem
30- Rezar o terço
31- Perdoar os que nos ofendem
32-Ser alegre e sorrir para todos
33- Participar da missa e não apenas assistir
34- Pedir a "benção" ao papai e a mamãe
35- Visitar Jesus no Santíssimo
36- Não desperdiçar alimentos, pois muitas pessoas não tem o que comer
37- Dizer o quanto ama Jesus 
38- Dizer palavras bonitas para o papai e a mamãe
39- Visitar o sacerdote de sua paróquia
40- Estudar mais sobre os ensinamentos da catequese 
 

Sugestões retiradas do blog da Tia Paula ( algumas sugestões foram modificadas visando adequar a realidade de nossos catequizandos).
 

Por que celebrar a Quarta-feira de cinzas?

Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante a Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia).No Catolicismo Romano, é um dia de jejum e abstinência. Como é o primeiro dia da Quaresma, ele ocorre um dia depois da “terça-feira gorda” ou Mardi Gras, o último dia da temporada de Carnaval.
As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos ( que não são incluídos na Quaresma); ela ocorre quarenta e seis dias antes da Sexta-feira Santa contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa.
 
Imposi??o das CINZAS - RAE 98_A.jpg" Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás."
 
E de onde vêm as cinzas que recebemos na Quarta-Feira de Cinzas? Você acha que é  graveto queimado? carvão triturado? Se você não sabe, as cinza vêm dos ramos bentos do Domingo de Ramos do ano anterior
Quando recebemos os ramos no Domingo de Ramos, os levamos para as nossas casas e as colocamos junto aos nossos crucifixos de parede e ou junto aos nossos oratórios, mas com o tempo eles secam. Quando secam, não devemos jogá-los fora, pois foram bentos pelo sacerdote. Por isso, devemos entregá-los na igreja para que sejam queimados e transformados em cinzas, a fim de serem usadas no dia de Quarta-Feira de Cinzas. No dia de Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis são marcados na testa com as cinzas em forma de cruz ou a recebem um pouco sobre as suas cabeças, quando o secerdote pronuncia a seguinte frase, à sua escolha: “Convertei-vos e crede no Evangelho!”
Com este espírito, iniciamos o tempo favorável da Quaresma, como nos recordou São Paulo: "Aquele que não havia conhecido o pecado, diz ele, Deus o fez pecado por nós, para que nos tornássemos, nele, justiça de Deus" (2 Cor 5, 21), para nos deixarmos reconciliar com Deus em Cristo Jesus. O Apóstolo apresenta-se como embaixador de Cristo e mostra claramente como precisamente através d'Ele, seja oferecida ao pecador, isto é a cada um de nós, a possibilidade de uma reconciliação autêntica.

Quaresma- tempo de graça

 Quaresma- tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão . Este caminho supõe cooperar com a graça, para dar morte ao homem velho que atua em nós. Trata-se de romper com o pecado que habita em nossos corações, nos afastar de todo aquilo que nos separa do Plano de Deus, e, por conseguinte, de nossa felicidade e realização pessoal.


 



A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairós, tempo da manifestação de Deus. Este tempo tem como característica duas realidades muito importantes:
 
1. Olhar para Jesus;
2. Conversão.
 
Somos chamados neste período quaresmal a olhar para Jesus em seus últimos momentos de vida e aprender com Ele o amor e a misericórdia. Jesus, por muitas vezes, anunciou que o Filho do Homem deveria sofrer, ser rejeitado e morto, mas que ressuscitaria. Vemos neste anúncio a disposição de Jesus em fazer a vontade de seu Pai e dar a sua própria vida para resgatar a humanidade. Esse olhar para Jesus requer de cada um de nós a sincera conversão e adesão ao Projeto de Deus. É o caminho da "subida" , não só para Jerusalém, mas até o mais  alto do grau do amor que concretiza na cruz.
Quaresma é também tempo de conversão de revermos a nossa vida e mudarmos atitudes que não condiz com as atitudes cristãs. Tudo neste tempo concorre para esta atitude: liturgia, cânticos e orações. É tempo de olhar para tudo que temos vivido e como temos vivido.
A Quaresma é tempo de ouvir com melhor disposição o apelo que Deus nos faz para sermos mais generosos, mais santos, mais fiéis ao compromisso de nosso Batismo. Portanto, quaresma é tempo de revisão de vida , de penitência, de reconhecer com humildade e confiança, onde estão nossas deficiências e buscar o perdão e a força de Deus. Podemos fazer isso na tranquila esperança que vem da fé e no amor de Deus, que sempre chama, ajuda, perdoa e faz crescer. 
 
 


 Para maiores informações sobre este tempo precioso da Igreja acesse o link abaixo:

Catequizandoamor. quaresma

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Quaresma- mais sugestão

Para os catequizandos do a partir de 10 anos utilizamos a seguinte estratégia para falar sobre a Quaresma.
  • Coloque ao centro do círculo a palavra quaresma e pergunte o que eles sabem a respeito deste assunto;

  • Após acolher o que os catequizandos sabiam deste tema foi falado a eles alguns tópicos como: sentido pascal da quaresma, por que a cor roxa, a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma, como celebrar a quaresma;

  • Dividir os catequizandos em três grupos, o do jejum, o da oração e o da caridade ( no início foi entregue a cada catequizando uma destas atitudes em um papel). Em grupo eles deverão propor 5 compromissos (ações) que eles poderão ter de acordo com a atitude quaresmal que eles receberam. 



Durante todo o tempo quaresmal as atitudes que eles apresentaram serão utilizadas  nos compromissos do encontro. Com essa dinâmica o nosso objetivo foi buscar um maior comprometimento dos catequizandos com as atitudes que nos são propostos pela Igreja neste tempo quaresmal, uma vez que foi eles  mesmos que estabeleceram  os compromissos.

Quaresma- teatro de fantoches



Na oração inicial na Catequese para os catequizandos de 04 a 09 anos falamos sobre a quaresma utilizando o recurso do teatro de fantoche. Mais uma vez entrou em cena Toninho, que é um personagem que vem sempre falar com as crianças sobre temas ligado a liturgia.



Toninho: Olá crianças, como vão? Meu nome é Toninho, para as crianças que não me conhecem. Gosto muito de crianças, porque Jesus falou que o reino de Deus é das crianças.

(Entra a menina e fala para Toninho)
Júlia: Olá, Toninho, eu preciso de sua ajuda... você tem que me ajudar! Na escola o meu coleguinha falou que estamos no tempo da quaresma e ele falou que o lobisomem costuma aparecer neste tempo e eu tenho medo de lobisomem.

Toninho: Ai Júlia eu nem acredito que você uma menina que lê a Palavra de Deus, vai à catequese e participa da missa acredita nestas coisas. Isso é superstição! Tem criança ai que acredita em lobisomem?(perguntar aos catequizandos)

Júlia: Mas o moço falou na TV que lobisomem existe.

Toninho: Júlia, minha querida amiguinha, para que você fique tranquila e aquiete seu coraçãozinho eu vou lhe explicar tim-tim por tim-tim o que é a quaresma.

Júlia: Tá bom e eu vou ouvir tudinho!
Toninho: A quaresma é um tempo lindo da Igreja, ela dura quarenta dias e é um tempo para a gente buscar a conversão.

Júlia: Conversão, o que é isto é uma conversa grande?

Toninho: Não Júlia, conversão é a gente rever em nossa vida aquelas coisas que não agrada a Deus e procurar não fazer mais. Por exemplo, se você é desobediente a seus pais...

Júlia: Ah! Já sei ai eu vou passar a obedecer, ai eu serei feliz e poderei comemorar a Páscoa ressuscitando com Jesus em uma vida nova!

Toninho: Você é uma garota esperta. Isso é conversão sair de uma vida velha e ir para uma vida nova com Jesus. No tempo da quaresma são pedidas a nós três ações: o jejum, a oração e a caridade.

Júlia: A tia da catequese disse que nós crianças não é obrigatório, mas que mesmo sendo crianças podemos fazer abstinência. Mas a tia da catequese disse também que este jejum só vale se ele servir para a gente ver na nossa vida o que a gente faz que não agrade a Deus e procurar mudar fazendo aquilo que agrada a Deus.

Toninho: Júlia estou vendo que você anda prestando atenção na catequese. Nesta quaresma você vai fazer algum jejum?

Júlia: Então eu vou deixar de chupar balas e com este dinheiro que eu vou economizar eu vou ajudar uma família que está passando  por dificuldade lá perto de casa.

Toninho: Ai Júlia com esta ação você estará fazendo mais uma atitude que é nos pedido na quaresma a caridade. Mas tem mais uma a oração. Neste tempo da quaresma devemos procurar rezar mais, participar da missa, rezar o terço e meditar mais a Palavra de Deus!

Júlia: Toninho, que alegria porque agora eu sei a verdade que a quaresma é um tempo maravilhoso da Igreja. Vivendo bem a quaresma eu vou ficar bem preparada para a Páscoa e desta forma acolher Jesus ressuscitado na Páscoa em meu coração!

Toninho: Crianças da catequese não se esqueçam dessa lição que a quaresma é um tempo litúrgico de  Igreja para que possamos através do jejum, da caridade, do oração e da busca de uma amizade forte com Jesus nos converter a Deus. Beijos crianças lindas da catequese. Tchau!

Júlia: Tchau, um beijão para vocês!


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Quaresma- Tempo de conversão




Quaresma- período de quarenta dias que antecedem à festa da Páscoa. Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira santa, antes do anoitecer. Tempo de uma profunda preparação para a Páscoa através das atitudes de penitência, do jejum, da esmola e da oração.

Este tempo de preparação existe desde o tempo dos Apóstolos e evocam os quarenta anos que o povo de Israel passou no deserto, quando saiu do Egito, e os quarenta dias de retiro e tentação de Jesus no deserto, antes de iniciar seu ministério público. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".
Viver a Quaresma é reconhecer a presença de Deus em nossa caminhada cristã buscando se aproximar mais de Deus visando crescimento espiritual. Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.

O número quarenta na Bíblia

Biblicamente o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Quarenta é o número da espera, da preparação, da penitência, do jejum e até do castigo. Podemos recordar alguns fatos na bíblia que aparecem o número quarenta: quarenta dias e quarentas noites que choveu no dilúvio(Gn 7,4), Moisés esperou quarenta dias e quarenta noites para receber as Tábuas da lei no monte Sinai. Os israelitas permaneceram no deserto durante quarenta anos (Ex 16,35), a cidade de Nínive fez jejum quarenta dias para escapar do castigo divino, Jesus permaneceu no deserto durante quarenta dias( Lc 4,2) . Quarenta é, portanto, um número redondo que indica um tempo de ir criando um clima adequado no coração para algo que virá.

O sentido pascal da quaresma

A Quaresma não pode ser compreendida como um tempo de sacrifícios e sofrimentos desligado da vitória de Cristo sobre a morte na Páscoa. Participamos dos sofrimentos de Cristo para também participar de sua glória. Preparados e purificados pelo tempo penitencial, os cristãos renovam sua consciência de batizados: banhados e iluminados em Cristo. Por isso o Concílio Vaticano II insistiu no duplo sentido da Quaresma: preparação ou lembrança do Batismo e tempo de fazer penitência.Tempo privilegiado de preparar os adultos para receber o Batismo e a renovação batismal que  se dá através da escuta mais atenta da Palavra de Deus.

Por que a cor roxa?

A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitência e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento. Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário.

O Jejum

A Igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa. Pela lei da Igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo, de ir se esvaziando de muitas coisas que não nos ajudam ao longo do caminho: seja abandonar velhos “vícios” condutas e posturas que nos impedem de ver Deus e amar aos irmãos. Rever nossas atitudes, reconhecer nosso lado negativo para superá-lo e vencê-lo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado ou fazer o jejum da “língua” deixando de fazer fofocas ou utilizando a boca para denegrir a imagem do próximo.

Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?

No Brasil durante o tempo da Quaresma a Igreja propõe a Campanha da Fraternidade como um esforço de toda a Igreja para viver a Quaresma em sua dimensão comunitária e social. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desde 1964 a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) passou a assumir o planejamento e a promoção da Campanha da Fraternidade que até hoje tem sido um instrumento que ajuda os fiéis a vivenciar um espírito quaresmal de conversão, nas suas exigências tanto no âmbito pessoal como comunitário.

Como celebrar a quaresma

Por ser um tempo penitencial, de volta ao Pai, é preciso valorizar os sinais comunitários que indicam essa condição. Destaca-se o ato penitencial nas celebrações para cantar a misericórdia de Deus, que acolhe quem se afastou e deseja voltar para a Casa do Pai. A cruz ganha destaque como caminho necessário para a Páscoa. Dentre os gestos o estar de joelhos revela a condição da criatura humana que se abaixa e adora o mistério infinito da misericórdia de Deus. Época especial para sacramento da Reconciliação e celebrações penitenciais.
A piedade popular nos convida à oração da Via-Sacra, para trilharmos, com Jesus o caminho que passa pela cruz mas que nos leva a ressurreição. A Igreja em seus paramentos se reveste de roxo, recordando a atitude de recolhimento, reflexão, penitência e vigilância. Não se canta o glória, também não colocamos flores na igreja e não utilizamos muitos instrumentos musicais. Para destacar o batismo é importante usar o rito de aspersão com água benta nas celebrações.