quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Missa com crianças - 29º domingo do tempo comum - Jesus nos ensina a ser servos

 
Gif de borboletaCelebramos no dia 21 de outubro a missa com crianças Matriz da Paróquia da Conceição. Nesta celebraçao Jesus nos ensina uma grande lição:quem quiser ser o primeiro seja o servo, porque o próprio Jesus não veio para ser servido, mas veio para servir.Neste dia também celebramos o dia Mundial das Missões.
 
A missa foi presidida pelo Pe. Alan Pedrosa. Toda a celebração foi preparada com muito carinho pela Catequese Santo Antônio. Mais uma vez as crianças deram um show de alegria que com certeza contagiou toda a assembléia presente na celebração. Preparamos uma dinâmica mostrando para crianças e adultos a importância de servir ao próximo e à Deus. Após a comunhão apresentamos uma música homenagiando o dia Mundial das missões e todos os missionários.
 
Gif de borboletaVeja algumas fotos deste momento:
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Agradecemos a todos que contribuíram para a realizaçao de mais uma missa com crianças.

Catequese de Bento XVI - A natureza da fé - 24/10/2012

Boletim da Santa Sé
(Tradução: Jéssica Marçal-equipe CN Notícias)



Caros irmãos e irmãs,

Quarta-feira passada, com o início do Ano da Fé, comecei com uma nova série de catequeses sobra a fé. E hoje gostaria de refletir com vocês sobre uma questão fundamental: o que é a fé? Há ainda um sentido para a fé em um mundo em que a ciência e a técnica abriram horizontes até pouco tempo impensáveis? O que significa crer hoje? De fato, no nosso tempo é necessária uma renovada educação para a fé, que inclua um certo conhecimento das suas verdades e dos eventos da salvação, mas que sobretudo nasça de um verdadeiro encontro com Deus em Jesus Cristo, de amá-lo, de confiar Nele, de modo que toda a vida seja envolvida.
Hoje, junto a tantos sinais do bem, cresce ao nosso redor também um certo deserto espiritual. Às vezes, tem-se a sensação, a partir de certos acontecimentos dos quais temos notícia todos os dias, que o mundo não vai para a construção de uma comunidade mais fraterna e mais pacífica; as mesmas ideias de progresso e de bem estar mostram também as suas sombras. Não obstante a grandeza das descobertas da ciência e dos sucessos da técnica, hoje o homem não parece tornar-se verdadeiramente livre, mais humano; permanecem tantas formas de exploração, de manipulação, de violência, de abusos, de injustiça...Um certo tipo de cultura, então, educou a mover-se somente no horizonte das coisas, do factível, a crer comente no que se vê e se toca com as próprias mãos.
Por outro lado, porém, cresce também o número daqueles que se sentem desorientados e, na tentativa de ir além de uma visão somente horizontal da realidade, estão dispostos a crer em tudo e no seu contrário. Neste contexto, surgem algumas perguntas fundamentais, que são muito mais concretas do que parecem à primeira vista: que sentido tem viver? Há um futuro para o homem, para nós e para as novas gerações? Em que direção orientar as escolhas da nossa liberdade para um êxito bom e feliz da vida? O que nos espera além do limiar da morte?
Destas perguntas insuprimíveis, aparece como o mundo do planejamento, do cálculo exato e do experimento, em uma palavra o saber da ciência, embora importante para a vida do homem, sozinho não basta. Nós precisamos não somente do pão material, precisamos de amor, de significado e de esperança, de um fundamento seguro, de um terreno sólido que nos ajuda a viver com um senso autêntico também nas crises, na escuridão, nas dificuldades e nos problemas cotidianos. A fé nos dá propriamente isto: é um confiante confiar em um “Tu”, que é Deus, o qual me dá uma certeza diversa, mas não menos sólida daquela que me vem do cálculo exato ou da ciência. A fé não é um simples consentimento intelectual do homem e da verdade particular sobre Deus; é um ato com o qual confio livremente em um Deus que é Pai e me ama; é adesão a um “Tu” que me dá esperança e confiança. Certamente esta adesão a Deus não é privada de conteúdo: com essa sabemos que Deus mesmo se mostrou a nós em Cristo, fez ver a sua face e se fez realmente próximo a cada um de nós. Mais, Deus revelou que o seu amor pelo homem, por cada um de nós, é sem medida: na Cruz, Jesus de Nazaré, o Filho de Deus feito homem, nos mostra do modo mais luminoso a que ponto chega este amor, até a doação de si mesmo, até o sacrifício total. Com o Mistério da Morte e Ressurreição de Cristo, Deus desce até o fundo na nossa humanidade para trazê-la de volta a Ele, para elevá-la à sua altura. A fé é crer neste amor de Deus que não diminui diante da maldade do homem, diante do mal e da morte, mas é capaz de transformar cada forma de escravidão, dando a possibilidade da salvação. Ter fé é encontrar este “Tu”, Deus, que me apoia e me concede a promessa de um amor indestrutível que não só aspira à eternidade, mas a doa; é confiar em Deus com a atitude de uma criança, que sabe bem que todas as suas dificuldades, todos os seus problemas estão seguros no “Tu” da mãe. E esta possibilidade de salvação através da fé é um dom que Deus oferece a todos os homens. Penso que deveríamos meditar mais vezes – na nossa vida cotidiana, caracterizada por problemas e situações às vezes dramáticas – sobre o fato de que crer de forma cristã significa este abandonar-me com confiança ao sentido profundo que apoia a mim e ao mundo, aquele sentido que nós não somos capazes de dar, mas somente de receber como dom, e que é o fundamento sobre o qual podemos viver sem medo. E esta certeza libertadora e tranquilizante da fé, devemos ser capazes de anunciá-la com a palavra e de mostrá-la com a nossa vida de cristãos.
Ao nosso redor, porém, vemos cada dia que muitos permanecem indiferentes ou recusam-se a acolher este anúncio. No final do Evangelho de Marcos, hoje temos palavras duras do Ressuscitado que diz: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Mc 16, 16), perde a si mesmo. Gostaria de convidá-los a refletir sobre isso. A confiança na ação do Espírito Santo nos deve impulsionar sempre a ir e anunciar o Evangelho, ao corajoso testemunho da fé; mas para além da possibilidade de uma resposta positiva ao dom da fé, há também o risco de rejeição ao Evangelho, do não acolhimento ao nosso encontro vital com Cristo. Santo Agostinho já colocava este problema em seu comentário da parábola do semeador: “Nós falamos – dizia – lançamos a semente, espalhamos a semente. Existem aqueles que desprezam, aqueles que reprovarão, aquelas que zombam. Se nós temos medo deles, não temos mais nada a semear e no dia da ceifa ficaremos sem colheita. Por isso venha a semente da terra boa” (Discurso sobre a disciplina cristã, 13, 14: PL 40, 677-678). A recusa, portanto, não pode nos desencorajar. Como cristãos, somos testemunhas deste terreno fértil: a nossa fé, mesmo nas nossas limitações, mostra que existe a terra boa, onde a semente da Palavra de Deus produz frutos abundantes de justiça, de paz e de amor, de nova humanidade, de salvação. E toda a história da Igreja, com todos os problemas, demonstra também que existe a terra boa, existe a semente boa, e dá fruto.
Mas perguntamos: onde atinge o homem aquela abertura do coração e da mente para crer no Deus que se fez visível em Jesus Cristo morto e ressuscitado, para acolher a sua salvação, de forma que Ele e seu Evangelho sejam o guia e a luz da existência? Resposta: nós podemos crer em Deus porque Ele se aproxima de nós e nos toca, porque o Espírito Santo, dom do Ressuscitado, nos torna capazes de acolher o Deus vivo. A fé então é primeiramente um dom sobrenatural, um dom de Deus. O Concílio Vaticano II afirma: “Para que se possa fazer este ato de fé, é necessária a graça de Deus que previne e socorre, e são necessários os auxílios interiores do Espírito Santo, o qual mova o coração e o volte a Deus, abra os olhos da mente, e doe ‘a todos doçura para aceitar e acreditar na verdade’” (Cost. dogm. Dei Verbum, 5). Na base do nosso caminho de fé existe o Batismo, o Sacramento que nos doa o Espírito Santo, fazendo-nos tornar filhos de Deus em Cristo, e marca o ingresso na comunidade de fé, na Igreja: não se crê por si próprio, sem a vinda da graça do Espírito; e não se crê sozinho, mas junto aos irmãos. A partir do Batismo, então, cada crente é chamado a re-viver e fazer própria esta confissão de fé, junto aos irmãos.
A fé é dom de Deus, mas é também ato profundamente livre e humano. O Catecismo da Igreja Católica o diz com clareza: “É impossível crer sem a graça e os auxílios interiores do Espírito Santo. Não é, portanto, menos verdade que crer é um ato autenticamente humano. Não é contrário nem à liberdade e nem à inteligência do homem” (n. 154). Na verdade, as implica e as exalta, em uma aposta de vida que é como um êxodo, isso é, uma saída de si mesmo, de suas próprias seguranças, de seus próprios pensamentos, para confiar na ação de Deus que nos indica o seu caminho para conseguir a verdadeira liberdade, a nossa identidade humana, a alegria verdadeira do coração, a paz com todos. Crer é confiar com toda a liberdade e com alegria no plano providencial de Deus na história, como fez o patriarca Abramo, como fez Maria de Nazaré. A fé, então, é um consentimento com o qual a nossa mente e o nosso coração dizem o seu “sim” a Deus, confessando que Jesus é o Senhor. E este “sim” transforma a vida, a abre ao caminho para uma plenitude de significado, a torna então nova, rica de alegria e de esperança confiável.
Caros amigos, o nosso tempo requer cristãos que foram apreendidos por Cristo, que cresçam na fé graças à familiaridade com a Sagrada Escritura e os Sacramentos. Pessoas que sejam quase um livro aberto que narra a experiência da vida nova no Espírito, a presença daquele Deus que nos sustenta no caminho e nos abre à vida que nunca terá fim. Obrigado.
 
CATEQUESE DE HOJE do Papa Bento XXI tem como tema: A natureza da fé: http://goo.gl/aJcDy
- "Hoje gostaria de refletir com vocês sobre uma questão fundamental: o que é a fé? Há ainda um sentido para a fé em um mundo em que a ciência e a técnica abriram horizontes até pouco tempo impensáveis? O que significa crer hoje? De fato, no nosso tempo é necessária uma renovada educação para a fé, que inclua um certo conhecimento das suas verdades e dos eventos da salvação, mas que sobretudo nasça de um verdadeiro encontro com Deus em Jesus Cristo, de amá-lo, de confiar Nele, de modo que toda a vida seja envolvida."

Aniversário do blog- um ano de Catequizando com amor


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Hoje completa um ano do Blog Catequizando com  Amor e a  catequese Santo Antônio está muito feliz, pois este espaço nos permite dividir nossas experiências na Catequese.



  
Este blog nasceu de nosso anseio de divulgar o trabalho realizado na catequese, dividir com os nossos amigos catequistas as nossas experiências, mostrar que é possível fazer uma catequese dinâmica mas sem perder a essência. O nosso lema como catequistas discipulos- missionários de Cristo é : catequizar é ensinar  a alegria de encontrar com Jesus. Por isso em todas as nossas ações permeia esse desejo de apresentar Jesus vivo e vivido.
Obrigada por cada acesso: agradecemos aos nossos seguidores, a cada pessoa que passa para dá uma olhadinha, pelos recadinhos e mensagens recebidas. Agradecemos aos catequistas e catequizandos pois todas as experiências e sugestões postadas nasceram da prática catequética deles. Enfim agradecemos a Deus Pai-Filho-Espirito Santo que nos inspira e nos move.
 
 
Gif aniversário
 

domingo, 14 de outubro de 2012

Sugestão de músicas para catequese

GifPasseio na História é um CD do Cantinho da Criança, cheio de alegria e diversão para levar as crianças a cantar, dançar e louvar a Deus.

 
 
Neste CD a Canção Nova fez uma releitura das antigas canções do Cantinho da Criança com arranjos mais modernos. Ficou uma beleza para podermos utilizarmos na catequese ou na missa com crianças. Vale a pena conferir, os catequizandos vão adorar! 


Eu quero viver a Palavra de Deus


GifEm setembro realizamos com os catequizandos de 03 a 09 anos a celebração com o tema: Quero viver a Palavra de Deus.Nesta celebração o nosso objetivo era celebrar a "Bíblia" como o livro que nos ajuda a conhecer Jesus com mais intimidade e conhecer o projeto de amor de Deus pela humanidade.
 
 
O texto bíblico escolhido para a celebração foi a Parábola do Semeador.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Gincana bíblica

 
 
 
A Bíblia é a Palavra de Deus. Ela existe para “ensinar, refutar, corrigir e educar na justiça” (2 Tm 3,16). Pelo batismo todos recebemos a missão de anunciar a Palavra e testemunhá-la.
 
 
 
 
No mês de setembro comemorando o mês da Bíblia realizamos com os catequizandos a partir de 10 anos uma gincana bíblica, onde os mesmos puderam testar seus conhecimentos bíblicos  e ao mesmo tempo se divertirem. Postaremos a gincana como sugestão :
 
 
 


 
 
 
Gincana Bíblica
 
 
Prova 1- Valor 20 pontos
 
A Bíblia é uma coleção de livros . Ela é dividida em Antigo Testamento e Novo Testamento. Ela tem 73 livros, sendo 47 livros no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. Descubra de que livro estou falando:
 
(Nesta prova para cada equipe é escolhido 3 livros e o catequista irá falar sobre o livro, quando foi escrito, quem escreveu e o catequizando terá que adivinhar de que livro está sendo falado).
 
Prova 2- Valor 30 pontos
 
Selecionar alguns versículos bíblicos. O catequista irá ler a pergunta e o versículo que contém a resposta da pergunta. O catequista terá que procurar o versículo bíblico e o que primeiro achar sopra o apito. Quem responder corretamente marca ponto. Ganha 30 pontos quem tiver o número maior de acertos:
 
A que a Bíblia é comparada em Salmo 119,105.
 
Que nomes Jesus recebe em Isaias 9,6.
 
Em Marcos 12,33 Jesus nos ensina o maior mandamento. Qual é este mandamento.
 
 Êxodo 20,12 faz referência a qual mandamento.
 
Jesus quis precisar de algumas pessoas para ajudá-lo, estes são os discípulos. Quais são os nomes destes discípulos . Ache em Lucas 6,14.
 
Prova 3- Valor 15 pontos
 
Desenho- Será dado para cada equipe fichas contendo comparações que são feitas sobre a Palavra de Deus. Um  catequizandos terão que desenhar ( em 1 minuto) e os demais catequizandos  da equipe terão que adivinhar. Quem acertar o maior número ganha 15 pontos.
 
Equipe 1-Martelo-mel-espada -carne
Equipe 2- Lâmpada- espelho- ouro- água 
 
Prova relâmpago- Valor 10 pontos
Ganha 10 pontos quem primeiro trouxer uma bíblia rosa
 
Prova 4- Valor 10 pontos
 
Quem estourar primeiro o balão ganha 10 pontos
 
Prova 5- Valor 15 pontos
 
Quebra-cabeça versículo bíblico- Entregar para dois  catequizando de cada equipe  o versículo abaixo recortado em tiras. Dá 5 minutos para os catequizandos colocarm em ordem  o versículo bíblico. A equipe que tiver se aproximado mais ou montado o versículo corretamente ganha 15 pontos. 
 
Tímoteo 3,16- A Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, argumentar, corrigir, educar conforme a justiça.
 
Prova relâmpago- Quem trouxer uma medalha de Nossa Senhora ou uma imagem ganha 10 pontos.
 
Prova 6- Passa ou repassa
 
Escolher 2 catequizandos para cada equipe. Será feito a pergunta para uma equipe. Se esta não souber passa para a outra equipe, se a outra equipe não souber repassa novamente para a primeira. Se esta equipe não souber paga uma prova. Para cada pergunta certa a equipe ganha 5 pontos.
 
1-A Bíblia é uma coleção de livro. Quantos livros há na Bíblia?
2-Qual é o primeiro e o último livro da Bíblia?
3-Cite 5 coisas a que a Bíblia é comparada?
4-Como é chamado os 5 primeiros livros da Bíblia?
a) Evangelhos  b) Pentateuco  c) Históricos  d) Cartas
5-Quantos salmos há na Bíblia?
6-Como é a divisão da Bíblia?
7-Quais são os 4 evangelhos que contam a história de Jesus?
 
Algumas fotos do momento da gincana que realizamos na catequese: