quarta-feira, 24 de abril de 2013

O anúncio do anjo Gabriel a Maria- história bíblica para catequese

Gif de Anjinhos Sugestão de hoje para histórias bíblicas é sobre O anúncio do Anjo Gabriel a Maria. Nesta história devemos conscientizar os catequizandos a importância da obediência a Deus e a exemplo de Maria procurar sempre fazer a vontade de Deus em nossa vida.
 
Símbolo : Imagem de Maria
 
Acolhida:
Jesus era aquele que acolhia as pessoas com amor, olhava nos olhos, chamava pelo nome. Assim como Jesus devemos acolher os nossos catequizandos com alegria, procurando sempre motivá-los a amar a Deus e ao próximo. Perguntar a eles como foi o seu dia, sua semana, se estão felizes. Cante uma música animada com os catequizandos.
 
Motivação:
 
Levar algumas situações estranhas para que os catequizandos possam estar tendo que decidir o que fazer nestes casos por exemplo:
 
Hoje você terá que sair da casa de sua família para morar com uma outra família estranha. (perguntar aos catequizandos que resposta ele daria, iria ou não)
A partir de hoje você terá que sair do Brasil e ir morar no Paraguai sozinha. (que resposta você daria)
A partir de hoje você vai deixar de esudar em sua escola para ir para uma escola mais longe e detalhe você terá que ir a pé. (você aceitaria? Que resposta você daria?)
A partir de hoje você vai ter que comer somente chocolate. ( comer somente um tipo de comida será que não enjoa? Que resposta você daria)
 
Falar aos catequizandos: A medida que fui fazendo as perguntas estranhas vocês (catequizandos) foram ficando em dúvida em aceitar porque significava ter que deixar a família, a escola, os amigos... que situações dificeis não é mesmo! Mas conheço uma pessoa que também recebeu um pedido assim... no início meio estranho que ela não entendeu direito, mas depois ela confiou em Deus e disse seu sim e deu tudo certo! Vocês sabem de quem estou falando? Maria a mãe de Jesus. Para que possamos entender bem esta linda história bíblica vamos pedir a presença de nosso grande amigo Espírito Santo.
 
Oração inicial: (cantado) Abra minha inteligência Espírito Santo amigão/ acalma meus pensamentos, ilumina minha razão./ aumente com a catequese, o amor em meu coração/ por Jesus, pela mãe Igreja e é claro por meus irmãos.
 
História bíblica:
 
O anúncio do Anjo Gabriel a Maria (Lucas 1,26-38) 
 
 
 
O Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade chamada Nazaré para falar com uma jovem chamada Maria. Entrando onde Maria estava o anjo disse: "Ave Maria, cheia de graça o Senhor é convosco".
Maria ficou assustada pois não entendia o que significava essas palavras. O anjo então falou a Maria que não tivesse medo, pois Deus a tinha escolhido para ser a mãe do Salvador. Maria ficou preocupada como aconteceria isto pois ela não era casada, mas o anjo a explicou: " Você conceberá do Espírito Santo".
Então maria disse: " Eis a escrava do Senhor, faça-se segundo a vossa palavra." E o anjo afastou-se dela.
 
Para contar esta história foi confeccionado estes dois fantoches que iam sendo mostrados de acordo com que os personagens iam aparecendo na história.
 
 
 
 
Para os catequizandos refletirem o texto bíblico:
 
Texto: O texto bíblico será trabalhado através de encenação. Após contar a história chamar dois catequizandos um será Maria e  outro o Anjo. A medida que você for narrando eles irão encenando a história e no momento da fala específica dos personagens eles falam . ( dica- se esta história for contada para crianças bem pequenas, na hora da fala dos personagens você fala e elas repetem)
 
Contexto:
 
Na época em que se passou esta história as mulheres não podiam ter filhos sem ser casadas e Maria ainda não era casada. Foi por isso que no primeiro momento Maria não entendeu bem o pedido do anjo e até mesmo ficou com medo de aceitar aquele pedido. Ela até pensou : como poderá acontecer isso, se eu ainda não sou casada? Mas logo o anjo falou que o seu filho seria o filho de Deus, o salvador que o povo tanto esperava. E que aquele filho seria fruto do Espírito Santo.
 
Pretexto:
 
Perguntar aos catequizandos: Qual foi a resposta de Maria? A resposta de Maria foi sim... mesmo ela não entendendo ainda muito bem o que aconteceria com ela, ela confiou em Deus  aceitou a vontade Dele em sua vida.  Então Maria ficou grávida pela ação do Espírito Santo e nos deu o Salvador: Jesus.
 
Personagem em destaque desta história Maria: Maria foi obediente a Deus e nesta história podemos aprender com ela uma virtude : a obediência. Maria obedeceu até o fim a Deus e devemos aprender com ela que seremos também felizes se aprendermos a obedecer a Deus , aceitar a sua vontade a Deus . E assim como somos obedientes a Deus devemos também ser obedientes aos nossos pais, avós, professores, catequistas a todos os mais velhos. Maria foi obediente e por isso todas as pessoas a louvam como rainha do céu e da terra. Ela é mãe de Jesus e também nossa mãe.
 
 
Compromisso: Devemos lembrar sempre de Maria com amor e respeito: ela é a mãe de Jesus e nossa mãe também. Todos os dias lembre sempre dela com carinho e a louve rezando sempre a oração da Ave-Maria.
 
Oração final: De forma espontânea incentivar os catequizandos a rezarem louvando Maria.
 
 
Gif de AnjinhosGif de AnjinhosGif de AnjinhosGif de Anjinhos Gif de AnjinhosGif de Anjinhos
 

domingo, 21 de abril de 2013

Gincana Semana Santa

Postaremos uma sugestão de uma gincana que utilizamos para relembrar as celebrações acontecidas na semana santa. Realizamos esta gincana na semana depois da semana santa com o objetivo de compreendermos cada momento celebrativo vivido pelos cristãos católicos nesta semana tão importante da nossa Igreja.
 
(Divida o grupo em duas equipes e escolha um lider para cada equipe)
 


Acolhida: Prepare um ambiente acolhedor. Pode ser colocado em destaque símbolos ligados a semana santa. Comece com uma música de louvor lembrando a ressurreição de Cristo na Páscoa. Recorde a semana santa com os catequizandos e pergunte como cada um viveu esta semana. Falar que a semana santa é um tempo que nos convida a refletir sobre o grande mistério de nossa fé: a vida, paixão, morte e ressurreição de Jesus.

Oração inicial: Faça uma oração espontânea invocando o Espírito Santo.

Gincana

1ª prova (valor 5 pontos)- Entregue a cada equipe uma folha de sulfite e o membro da equipe terá 2 minutos com a ajuda dos demais membros da equipe de escrever celebrações que acontecem na semana santa. Ganha a equipe que escrever o maior número de celebrações.

2ª prova (valor 1 ponto por cada acerto) Símbolos da Páscoa
Entregar a cada equipe um envelope contendo alguns símbolos da páscoa. Um representante da equipe terá que desenhar e os demais membros tentar adivinhar, a cada acerto a equipe ganha 1 ponto.
Envelope 1- Cordeiro- pão- cruz- círio pascal- girassol
Envelope 2- Coelho- uva- tumulo vazio- ovo- peixe

(Neste momento aproveite para explicar de forma suscinta o significado dos símbolos da páscoa)

Prova relâmpago- (valor 4 pontos)

 A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”.O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ganha 4 pontos a equipe que trouxer primeiro o símbolo desta celebração.
( Esconder no ambiente previamente o ramo)

3ª prova- Achar a passagem bíblica ( valor 8 pontos)- Tríduo pascal

Escolher dois participantes de cada equipe e entregar a cada dupla um apito e uma bíblia. Serão faladas passagens bíblicas utilizadas nas celebrações litúrgicas  do tríduo pascal. A equipe que achar primeiro deve apitar e ler o trecho bíblico. Quem tiver o maior número de acertos ganha os pontos.

Na liturgia o Tríduo Pascal é ponto culminante: "não se trata de um tríduo preparatório para a festa da Páscoa, mas são três dias de Cristo crucificado, morto e ressuscitado. Tem início na celebração da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, na missa vespertina, terminando com a vigília pascal.
1- Quinta feira-santa ( missa do lava-pés e instituição da Eucaristia e Ordem) - João 13,4-5
2- Beijo da cruz ( neste dia não se celebra a missa, somente a celebração do beijo da cruz)- Isaias 53,7-9
3- Vigília pascal ( é a mãe de todas as celebrações litúrgicas) Lucas 24,7-9

4ª prova- Perguntas e respostas ( 1 ponto para cada acerto)

Serão feitas algumas afirmações. Se a afirmação for correta a resposta será com certeza. Se estiver errada fala sério. A cada acerto a equipe ganha um ponto e se nos casos das afirmações incorretas se o participante  souber apontar onde está o erro ganha mais dois pontos.

1- A semana santa inicia-se na Quarta-feira de cinzas e se estende até o Domingo da Páscoa.(Fala sério a semana santa inicia-se no Domingo de Ramos)

2-no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. ( Com certeza)

3- No domingo de Ramos acontece a benção dos ramos. A cor litúrgica  utilizada neste dia é o verde. ( Fala sério, a cor utilizada é o vermelho)

4- A Quarta-feira Santa é marcada pelo encontro de Jesus com Maria Madalena. Acontece a procissão do encontro e é feito o sermão do encontro. ( Fala sério, Jesus se encontra é com Maria sua mãe.)

5- O ponto culminante da semana santa é o Tríduo Pascal, que tem início na celebração da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa  terminando com a celebração da vigília pascal. ( com certeza)

6- A liturgia da Quinta-feira Santa nos fala do amor, com a cerimônia do Lava-pés, a proclamação do novo mandamento, a instituição do sacerdócio ministerial e a instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz nosso alimento, dando-nos seu corpo e sangue. É a manifestação profunda do amor de Deus pela humanidade. ( com certeza)

7-Na sexta-feira santa celebramos a missa mais importante do ano, a missa do Beijo na cruz. ( fala sério, a Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que não celebramos missa, celebramos a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo)

8- Na Sexta-feira Santa fazemos a Adoração à Santa Cruz, que significa adorar a Jesus que foi pregado numa cruz para nos libertar do pecado. (com certeza)

9- Jesus foi crucificado no meio de dois ladrões que se arrependeram na hora da morte. (fala sério, somente um se arrependeu e pediu para Jesus se lembrar dele quando estivesse no paraíso. Jesus falou que, naquele mesmo dia eles estariam juntos no paraíso)

10- Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. Na verdade, a Vigília pascal foi sempre considerada a mãe de todas a vigílias e o coração do Ano litúrgico. ( com certeza)

11- No domingo de Páscoa comemoramos o acontecimento mais importante de nossa fé: o nascimento de Jesus Cristo. ( fala sério, comemoramos a ressurreição de Cristo)

Prova surpresa: (10 pontos) Quem cantar uma música utilizadas nas celebrações da semana santa ganha 10 pontos.

5ª prova-( 20 pontos)  Entregar a frase abaixo recortada e pedir aos catequizandos que montem. A equipe que mais se aproximar da frase ganhará os pontos.

Páscoa significa a passagem da “morte para a vida”, das “trevas para a luz”. A Páscoa é a festa mais importante para a Igreja Católica, pois nela se celebra o mistério da salvação. Onde os cristãos celebram a ressurreição, após a morte e crucificação, de Jesus Cristo.

(Divida a frase de acordo com as cores)

Termine esta gincana falando aos catequizandos da importância de vivenciar esta semana tão importante na nossa Igreja, que temos que ser cristãos que vive a fé de forma comprometida em comunidade.

No Blog Jardim da Boa Nova existe uma outra sugestão de gincana da semana santa que originou esta gincana que postei acima. Abaixo o link para você conferir:

Jardim da Boa Nova
 
 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Solenidade da Anunciação do Senhor

Neste dia, a Igreja festeja solenemente o anúncio da Encarnação do Filho de Deus. O tema central desta grande festa é o Verbo Divino que assume nossa natureza humana, sujeitando-se ao tempo e espaço. Hoje é o dia em que a eternidade entra no tempo ou, como afirmou o Papa São Leão Magno: "A humildade foi assumida pela majestade; a fraqueza, pela força; a mortalidade, pela eternidade."

 
 
No momento da Anunciação, através do Anjo Gabriel, Deus expõe portanto, a Maria os Seus desígnios. E Maria, livre, consciente e generosamente, aceita a vontade do Senhor a seu respeito, realizando-se assim o mistério da Encarnação do Verbo. Nesse momento, com efeito, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade começa a Sua existência humana. O filho de Deus faz Se Filho do Homem. O Deus Altíssimo torna-Se o Deus conosco.
Com alegria contemplamos o mistério do Deus Todo-Poderoso, que na origem do mundo cria todas as coisas com sua Palavra, porém, desta vez escolhe depender da Palavra de um frágil ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Filho Redentor: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem e disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.’ Não temas , Maria, conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Maria perguntou ao anjo: ‘Como se fará isso, pois não conheço homem?’ Respondeu-lhe o anjo:’ O Espírito Santo descerá sobre ti. Então disse Maria: ‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tu palavra’" (cf. Lc 1,26-38).
Ao celebrar este mistério a Solenidade da Anunciação orienta-nos já para o Nascimento de Cristo. No entanto, a encarnação está intimamente unida à Redenção. Por isso, as Leituras (especialmente a segunda) introduzem-nos já no Mistério da Páscoa.
Essencialmente festa do Senhor, a Anunciação não pode deixar de ser, ao mesmo tempo, uma festa perfeitamente mariana. Na verdade, foi pelo sim de Maria que a encarnação se realizou, a nova Aliança se estabeleceu e a Redenção do mundo pecador ficou assegurada.
Peçamos a Deus, por intercessão da Virgem Maria, o discernimento do projeto de Deus para conosco e a graça de responder sim, com fé e disponibilidade, a exemplo de Maria, à vontade de Deus em nossa vida.

domingo, 7 de abril de 2013

Sugestões de CDs utilizados na missa com crianças

GifPostaremos algumas sugestões de Cds que utilizamos na preparação da missa com crianças em nossa Paróquia.







Cd tempo de Cantar ( gravadora Canção Nova)- Muito bom Cd, traz músicas para todos os tempos litúrgicos com melodias bonitas e atuais e letras simples, fáceis das crianças aprenderem. Ótimo CD!
 
 
Abaixo um link com as cifras e letras de todas as músicas deste CD:
 
 
Cd A Festa maior ( gravadora Canção Nova)
 
 
 
 
Cd as crianças cantam o Tempo Comum ( Paulus)
 
(No site da Paulus encontramos logo abaixo a imagem do Cd o download das partituras)
 
 
 
 
As crianças cantam a Páscoa e Pentecostes ( Paulus)
 
 
 
 
 
As crianças cantam Advento e Natal (Paulus)
 
 
 
 
É tempo de recomeçar- Advento e Natal para crianças (Paulus)

 
 
É tempo de Recomeçar - Advento e Natal para crianças
 
 
 
Vamos á Casa do Senhor (Paulus)
 
 
CD - Vamos à casa do Senhor
 
 
 
Amor e adoração Celebrações cançoes  litúrgicas (Gravadora Canção Nova)- Apesar de não ser um Cd para o público infantil ele traz algumas músicas com letras e melodias simples que ficam muito bonitas nas vozes das crianças. Vale a pena conferir!
 
 

GifEstas são algumas sugestões de Cds para a missa com crianças, na medida que for descobrindo mais Cds legais colocarei no blog. Afinal de contas temos que nos esforçar para fazermos belas celebrações na missa com crianças e plantar no coraçãozinhos delas o desejo de sempre querer participar desta festa maior- a santa missa.

 
 
 
 
 
 
 

A música na liturgia

 
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“Cantai ao Senhor um cântico novo. Aclamai ao Senhor, terra inteira gritai e exultai  cantando hinos. Cantai ao Senhor com a harpa, com a harpa e com o som dos instrumentos; com a trombeta e ao som da corneta exultai diante do rei, o Senhor”
 
 
 
O canto na missa tem a função de nos ajudar a rezar e não para nos distrair ou preencher tempo. Deve conduzir a assembléia ao silêncio orante, proporcionar a experiência de Deus. A música evoca algo que transcende o ser humano, portanto na liturgia a sua função é de auxiliar a assembléia no contato com o sagrado manifestando o nosso louvor e gratidão a Deus. Existem cantos próprios que são cantados na liturgia , chamados Cantos litúrgicos.
Na celebração litúrgica a música é utilizada em vários momentos.
 
Canto de entrada: a função do canto de entrada é chamar à união dos corações pelas fusões das vozes congregando toda a assembléia e a introduzindo no mistério a ser celebrado. Este deve ser um canto de procissão do celebrante até o altar, que estimule a assembléia a participar da celebração com alegria . Por isso, o canto deverá estar em consonância com o ano litúrgico, o tipo de celebração e as características da assembléia.
 
Ato penitencial: Este canto deve nos levar a experimentar a necessidade do perdão mútuo na presença de Deus, rico em misericórdia. O "Senhor tem piedade de nós" da liturgia faz desabrochar no coração a súplica do pecador que se arrepende e sente amado e perdoado pela misericórdia infinita de Deus; que avalia seu caminho de santidade como dom de Deus e como milagre da graça. Deus convida o cristão a vencer sua autossuficiência que por vezes paralisa e esvazia a força da missão evangelizadora a ele confiada. Por isso, esse canto deve ser breve e deve conter a fórmula Senhor tende piedade de nós! Cristo tende piedade de nós!
 
Glória: O Glória é um canto de cárater cristólogico e pascal. A nota dominante é o júbilo e o louvor, confiante e alegre. Deve-se estar atento a este fato no momento da escolha dos cânticos para o momento do glória, portanto, não pode ser substituído por um simples canto. O ideal seria cantar o próprio texto, tal como foi transmitido desde a Antiguidade. Pelo fato do glória ser um hino festivo é próprio para ser cantando em tempo de Páscoa, Natal em festas e solenidades da Igreja. Não será executados nos tempos da Quaresma e Adventos, por serem estes considerados penitenciais.
 
Salmo: O Salmo ocupa um espaço bastante significativo na Liturgia cristã. O Salmo responsorial é uma resposta à primeira leitura em dois sentidos:
  • Porque o povo responde com um refrão aos versos cantados pelo salmista;
  • Porque o Salmo é escolhido de acordo com a primeira leitura e de uma certa forma a ecoa.
Os salmos na celebração participam da função memorial de toda a liturgia, por isso, devem ser cantados e ouvidos prestando-se atenção à letra e à música, e relacionando-se com as leituras ouvidas, com a vida pessoal e social, sempre direcionados e tendo como ponto de referência Jesus Cristo.
 
Aclamação ao Evangelho: O Evangelho é uma declaração de amor que Jesus, a cada domingo, prepara para a comunidade. Por isso o canto da aclamação ao Evangelho deve ser cantado com alegria e entusiasmo, cantado o ALELUIA com entonação, e as estrofes são frases tiradas do evangelho a ser proclamado. Da mesma forma que o glória na quaresma não se canta o Aleluia.
 
Canto para apresentação das oferendas: O canto da apresentação das oferendas deve ser um canto simples e meditativo. O canto escolhido não precisa necessiariamente falar de oferendas, pois ainda não é o ofertório mas só as apresentação das ofertas. O canto da apresentação das oferendas acompanha a procissão das oferendas e se prolonga pelo menos até que tenham sido postas sobre o altar.
 
Santo: Este é um dos cantos mais importantes da missa, pois exalta a santidade de nosso Deus e a vinda gloriosa do Messias  e convida a comunidade a unir ao eterno louvor do coro dos anjos e santos. Não deve ser substituido por outro canto, ele deve sonter a formula que o Missal Romano nos apresenta: SANTO, SANTO, SANTO SENHOR DEUS DO UNIVERSO, O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA, HOSANA NAS ALTURAS! BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR, HOSANA NAS ALTURAS!

Amém - Vem após a doxologia que só é rezada pelo celebrante (muitas pessoas acham, erradamente, que é bonito rezar com o padre!) e deve ser bastante animado ao som de todos os instrumentos, cantado por toda a assembléia. Infelizmente, hoje se canta e se vibra pouco por falta de compreensão do sentido profundo desse momento ritual. As palavras da doxologia devem ressoar qual grito jubiloso e exultante, como inteira adesão a Cristo para o Pai. Pode-se dizer que este AMÉM se vai, desde agora, antecipadamente, treinando para o eterno e celestial louvor, o Aleluia pascal da vida futura, da Liturgia perfeita, do canto eterno que os remidos pelo sangue do Cordeiro cantarão a Deus sem cessar juntos dos anjos.

Cordeiro de Deus- Se estiver de acordo com a aprovação do celebrante, o Cordeiro de Deus pode ser cantado como um fundo suave de reverência e respeito. Lembre-se que este canto não faz parte do canto do Abraço de Paz e deve ser executado a partir do canto Cordeiro de Deus, já nos preparando para a comunhão.

Canto de comunhão- Este canto deve ser cantado por toda comunidade, seria melhor que a sua letra contesse frases do evangelho proclamado, como nos mostra o Hinário Litúrgico, pois assim a assembléia comunga o corpo de Cristo relembrando o que foi lido no evangelho.

Canto final: A finalidade desde canto é de despersar, despedir, de enviar em missão para o mundo afora. Ao final de cada missa, quando o presidente despede a assembléia todos devem se sentir enviados como "missionários" para difundir em todos os ambientes o grande dom recebido. É um canto que acompanha o rito de saída do presidente da celebração. Geralmente, no canto final, podemos cantar um canto de Nossa Senhora, quando for em tempos oportunos e em festas próprias.
 



AGif escolha dos cantos na liturgia:

Uma das maiores preocupações da Igreja é exatamente a participação do povo na celebração litúrgica: deseja ardentemente a Mãe Igreja que todos os fiéis sejam levados a ativa participação  na celebração litúrgica que a própria natureza litúrgica exige. O canto é um canal que leva a assembléia a se envolver e participar de forma mais ativa, o canto consegue tocar a alma. Por isso uma das tarefas mais dificeis para o agente da Pastoral litúrgica é a escolha de cantos adequados que atendam os requisitos da ação litúrgica. Todo canto deve possuir as seguintes características:

 
a. Santidade, beleza, delicadeza de formas e universalidade;
b. Ligação estreita com a Sagrada liturgia, onde os textos vão buscar sua inspiração;
c. Sensibilidade e expressão que se comunique realmente e toque o coração da comunidade, atendendo à índole psicológica de cada povo e sua linguagem.
d. Texto dotado de mensagem catequética, evangelizadora e missionária;
e. Simplicidade e naturalidade que torne fácil o aprendizado e execução;
f. Adaptação às diversas assembléias, levando em consideração as idades, cultura e circunstância; 
g. O tempo litúrgico e suas festas, tendo por critério o desenrolar do ano litúrgico;
h. Adequação às diversas partes da Missa;
i. Fundamentação bíblica e doutrinária.
 
 
 
 
GifO que nos diz o Diretório da missa com crianças sobre a música na liturgia:
 
Como a criança tem especial predileção pelo canto, este deve ser fomentado e bem usado. Importante e esclarecedor é o nr. 31: “Para facilitar a participação das crianças no canto do “Glória”, “Creio”, “Santo” e “Cordeiro de Deus”, é lícito adotar as composições musicais apropriadas com versões populares aceitas pela autoridade competente, ainda que literalmente não estejam de acordo com o texto litúrgico.” Tenha-se, porém, o cuidado para que o canto não distraia, mas as ajude a rezar e vivenciar cada momento celebrativo. Os instrumentos musicais são de grande utilidade para acompanhar e sustentar o canto, ainda mais se forem tocados pelas próprias crianças, sempre com o cuidado para que não abafem o canto, a voz.











quinta-feira, 4 de abril de 2013

Catequese do Papa Francisco- 03/04/2013

 
 Papa Francisco realiza sua primeira Catequese com os fiéis
 


Catequese do Papa Francisco - 03/04/2013
Catequese
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 3 de abril de 2013
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal
Queridos irmãos e irmãs, bom dia,
Hoje retomamos as Catequeses do Ano da Fé. No Credo repetimos esta expressão: “Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras”. É propriamente o evento que estamos celebrando: a Ressurreição de Jesus, centro da mensagem cristã, ecoando desde o início e transmitido porque se estende até nós. São Paulo escreve aos cristãos de Corinto: “A vós…transmiti, antes de tudo, aquilo que também eu recebi; isso é, que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e que ressuscitou ao terceiro dia segundo as Escrituras e que apareceu a Cefas e aos Doze” (1 Cor 15, 3-5). Esta breve confissão de fé anuncia propriamente o Mistério Pascal, com as primeiras aparições do Ressuscitado a Pedro e aos Doze: a Morte e a Ressurreição de Jesus são propriamente o coração da nossa esperança. Sem esta fé na morte e na ressurreição de Jesus a nossa esperança será frágil, mas não haverá esperança nenhuma, e propriamente a morte e a ressurreição de Jesus são o coração da nossa esperança. O Apóstolo afirma: “Se Cristo não ressuscitou, vã é a nossa fé e vós estais ainda em vossos pecados” (v. 17). Infelizmente, sempre se procurou obscurecer a fé na Ressurreição de Jesus, e também entre os próprios crentes se insinuaram dúvidas. Um pouco daquela fé “água de rosas”, como dizemos nós; não é a fé forte. E isto por superficialidade, às vezes por indiferença, ocupados por mil coisas que são consideradas mais importantes que a fé, ou por uma visão somente horizontal da vida. Mas é propriamente a Ressurreição que nos abre à esperança maior, porque abre a nossa vida e a vida do mundo ao futuro eterno de Deus, à felicidade plena, à certeza de que o mal, o pecado, a morte podem ser vencidos. E isto leva a viver com mais confiança as realidades cotidianas, enfrentá-las com coragem e com compromisso. A Ressurreição de Cristo ilumina com uma luz nova estas realidades cotidianas. A Ressurreição de Cristo é a nossa força!
Mas como nos foi transmitida a verdade de fé da Ressurreição de Cristo? Há dois tipos de testemunho no Novo Testamento: alguns são na forma de profissão de fé, isso é, de fórmulas sintéticas que indicam o centro da fé; outras, porém, são em forma de relatos do acontecimento da Ressurreição e de fatos ligados a ela. A primeira: a forma da profissão de fé, por exemplo, é aquela que escutamos há pouco, ou aquela da Carta aos Romanos na qual São Paulo escreve: “Se com a tua boca proclamarás: ‘Jesus é o Senhor!’, e com o teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo” (10, 9). Desde os primeiros passos da Igreja está bem clara e firme a fé no Mistério de Morte e Ressurreição de Jesus. Hoje, porém, gostaria de concentrar-me sobre a segunda, sobre o testemunho na forma de relatos, que encontramos nos Evangelhos. Antes de tudo, notamos que as primeiras testemunhas deste acontecimento foram as mulheres. Ao amanhecer, essas vão ao sepulcro para ungir o corpo de Jesus, e encontram o primeiro sinal: o túmulo vazio (cfr Mc 16,1). Segue depois o encontro com um Mensageiro de Deus que anuncia: Jesus de Nazaré, o Crucificado, não está aqui, ressuscitou (cfr vv. 5-6). As mulheres são movidas por amor e estão prontas para aceitar este anúncio com fé: acreditam, e imediatamente o transmitem, não o guardam para si mesmas, transmitem-no. A alegria de saber que Jesus está vivo, a esperança que enche o coração, não se pode conter. Isto também deve ser feito na nossa vida. Sintamos a alegria de ser cristãos! Nós cremos em um Ressuscitado que venceu o mal e a morte! Tenhamos a coragem de “sair” para levar esta alegria e esta luz a todos os lugares da nossa vida! A Ressurreição de Cristo é a nossa maior certeza; é o tesouro mais precioso! Como não compartilhar com os outros este tesouro, esta certeza? Não é somente para nós, é para transmiti-la, para doá-la aos outros, compartilhá-la com os outros. É propriamente o nosso testemunho.
Um outro elemento. Nas profissões de fé do Novo Testamento, como testemunhas da Ressurreição são recordados somente homens, os Apóstolos, mas não as mulheres. Isto porque, segundo a Lei judaica daquele tempo, as mulheres e as crianças não podiam dar testemunho confiável, credível. Nos Evangelhos, em vez disso, as mulheres têm um papel primário, fundamental. Aqui podemos colher um elemento a favor da historicidade da Ressurreição: se fosse um fato inventado, no contexto daquele tempo não estaria ligado ao testemunho das mulheres. Os evangelistas, em vez disso, narram simplesmente isso que aconteceu: são as mulheres as primeiras testemunhas. Isto mostra que Deus não escolhe segundo os critérios humanos: as primeiras testemunhas do nascimento de Jesus são os pastores, gente simples e humilde; as primeiras testemunhas da Ressurreição são as mulheres. E isto é belo. E isto é um pouco a missão das mulheres: das mamães, das mulheres! Dar testemunho aos filhos, aos sobrinhos, que Jesus está vivo, está vivo, ressuscitou. Mães e mulheres, sigam adiante com este testemunho! Para Deus conta o coração, o quanto estamos abertos a Ele, se somos como as crianças que confiam. Mas isto nos faz refletir também sobre como as mulheres, na Igreja e no caminho de fé, tiveram e têm também hoje um papel particular no abrir as portas ao Senhor, no segui-Lo e no comunicar a sua Face, porque o olhar de fé tem sempre necessidade do olhar simples e profundo do amor. Os apóstolos e os discípulos encontraram dificuldades para acreditar. As mulheres não. Pedro corre ao sepulcro, mas para diante do túmulo vazio; Tomé precisa tocar com as suas mãos as feridas do corpo de Jesus. Também no nosso caminho de fé é importante saber e sentir que Deus nos ama, não ter medo de amá-Lo: a fé se professa com a boca e com o coração, com a palavra e com o amor.
Depois das aparições às mulheres, seguem outras: Jesus torna-se presente de modo novo: é o Crucificado, mas o seu corpo é glorioso; não tornou à vida terrena, mas sim em uma nova condição. No início não O reconhecem, e somente através de suas palavras e os seus gestos os olhos se abrem: o encontro com o Ressuscitado transforma, dá uma nova força à fé, um fundamento inabalável. Também para nós há tantos sinais no qual o Ressuscitado se faz reconhecer: a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os outros Sacramentos, a caridade, aqueles gestos de amor que trazem um raio do Ressuscitado. Deixemo-nos iluminar pela Ressurreição de Cristo, deixemo-nos transformar pela sua força, para que também através de nós no mundo os sinais de morte deixem o lugar aos sinais de vida. Vi que há tantos jovens na praça. Aqui estão eles! A vocês digo: levem adiante esta certeza: o Senhor está vivo e caminha ao nosso lado na vida. Essa é a missão de vocês! Levem adiante esta esperança. Estejam ancorados nesta esperança: esta âncora que está no céu; segurem forte a corda, estejam ancorados e levem adiante a esperança. Vocês, testemunhas de Jesus, levem adiante o testemunho de que Jesus está vivo e isto nos dará esperança, dará esperança a este mundo um pouco envelhecido pelas guerras, pelo mal, pelo pecado. Avante, jovens!

domingo, 31 de março de 2013

Páscoa, Jesus ressuscitou... aleluia!


O medo e a confusão dominaram aqueles que tinham acreditado no amor. Como pode Aquele a quem tantos tinham curado, a que tantos tinham salvado não conseguira salvar a si mesmo! Os olhos não podiam acreditar naquela cena: no madeiro da
cruz estava morto Aquele a quem tantos tinham colocado a sua esperança de libertação.
Quando a esperança parecia ter ido embora, quando os projetos daqueles homens e mulheres, que deixaram tudo para seguir um certo homem de Nazaré,  parecia ter se frustado, quando parecia tudo estar acabado... eis que tudo se fez novo! Das trevas eis que surge a luz, da morte eis que surge a vida. Jesus ressuscitou! Aleluia!
Os mesmos olhos que viram a morte contemplaram a vida! Os olhos de homens e mulheres, que haviam acreditado num mundo transformado pelo amor, reconheceram o Mestre esperado e proclamaram: Jesus é o Filho de Deus ressuscitado!
Páscoa não se resume a lembrar somente do sacrifício e morte de Cristo, mas principalmente celebrar a alegria da vitória pela ressurreição.Páscoa é isso... é reconhecer que Jesus, Filho de Deus, ressuscitou e ressuscita a cada dia em nossa vida matando em nós o egoismo, a falta de fé, a incompreensão, a falta de amor.
Páscoa é ser capaz de mudar... de partilhar a vida na esperança, de lutar para vencer o pecado, é acreditar na vida que vence a morte. Páscoa é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor, é vivenciar a solidariedade, é acreditar que tudo pode melhorar! Páscoa é uma nova chance de melhorarmos, de rever nossa vida, de mudar nossa rota, de mudar palavra, gesto e o coração.  É renascimento, é recomeço!


jesus_e_madalena

Feliz Páscoa a todos os visitantes do blog Catequizando com amor, aos seguidores, aos catequistas , aos catequizandos e famílias do Núcleo Santo Antônio , enfim a todas as pessoas que acolhem em sua vida como o único Salvador!
 

sábado, 30 de março de 2013

Páscoa- símbolos da Páscoa


Gif Jesus

 
Postarei uma sugestão legal que encontrei no blog Jardim da Boa Nova sobre os símbolos da Páscoa. É necessário conscientizar nossos catequizandos que a Páscoa é muito mais que ovos de chocolates e que seu símbolo principal não é o coelho, mas sim Cristo que se entregou na cruz por nós, mas ressuscitou ao terceiro dia para que tivessemos a vida em plenitude!