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domingo, 27 de maio de 2012

Envia teu Espírito Senhor e renova a face da terra- Pentecostes



Neste domingo celebramos uma festa maravilhosa de nossa Igreja: Pentecostes. Esta palavra quer dizer cinquenta.Esta  festa é  comemorada  cinquenta dias após a Páscoa e marca o fim deste tempo tão bonito de nossa Igreja: tempo pascal.
Os povos antigos que trabalhavam na agricultura festejavam esta festa na primeira colheita . Os judeus celebravam Pentecoste como a festa da entrega da Lei de Moisés, e por isso havia muita gente em Jerusalém naquele dia. Os discípulos estavam reunidos no mesmo lugar porque tinham medo de os judeus os prenderem e matarem por terem seguido Jesus. Enquanto não vem o Espírito Santo, os apóstolos são medrosos e não tem força para testemunhar Jesus. No dia da festa, o vento e o fogo, isto é o hálito da vida, o sopro vital e o calor do amor de Deus, encheram a casa e o coração dos discípulos. Revestidos da força do Espírito do Ressuscitado, eles anunciaram ao mundo as maravilhas que Deus realizou na vida, morte e ressurreição de Jesus.
Como havia muita gente de diversas línguas, o Espírito concedeu povos diferentes e culturas variadas ouvissem a mensagem de Jesus e espalhassem a Boa-Nova de Cristo para fora da cidade e do país.
Pentecostes é contrário de Babel. Em Babel, os homens que construíram uma torre para chegar a Deus. Todos falavam em uma só língua. Mas a ambição e o desejo prepotente os confundiram e eles se dividiram. Em Pentecostes muitas línguas se uniram e criaram unidade que permanece até hoje. Pentecostes não construiu uma ponte até o céu, mas uma ponte, um caminho através do qual Deus vem a nós para podermos ir até Ele.
Após Pentecostes, os apóstolos passaram a anunciar Jesus e a batizar as pessoas que aderiam à fé, tornando-as discípulas de Cristo, seguidora do Evangelho, seguidoras do caminho!
Na Igreja em Pentecostes é realizada a promessa: “Recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, Judeia e Samaria, e até os confins da terra”. (At 1,8)

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